segunda-feira, 27 de abril de 2015

O grave problema da desigualdade social

O problema da desigualdade social é grave, de acordo com a revista exame o Brasil se mantem entre os países mais desiguais do g-20, ou seja enquanto alguns conseguem prosperar no mercado outros vivem em condições de perigo e miséria nas favelas, tendo contato com perigosos traficantes que ameaçam a segurança e a vida da população de bem. Essa extrema desigualdade social fere o conceito de meritocracia, no qual diz que as pessoas devem receber de acordo com seus méritos, pois em cenário de diferentes ambientes, sendo uns mais ricos e outros mais pobres existe uma injustiça social.
Alguns historiadores atribuem essa desigualdade social ao período de pós escravidão no Brasil, pois com libertação dos escravos que não tinham condições de prosperar no mercado e a vinda de imigrantes muitos passaram a viver em condições precárias. Na literatura, o clássico "os miseráveis" retrata um cenário de extrema desigualdade social, mostrando a condição de vida dos franceses no ano de 1815, 26 anos após o início da revolução francesa, onde muitos viviam na miséria em péssimas condições de trabalho, alguns eram obrigados a se prostituir ou roubar para sobreviver.
Uma das causas desses grave problema pode ser atribuído ao mal uso dos recursos, de acordo com o economista Eduardo Giennetti, uma prova disso foi os altos investimentos dos governos na copa do mundo de futebol em 2014, com estádios caros que muitas vezes não possuem um público ativo nas redondezas, se tornaram verdadeiros elefantes brancos como é o caso do estádio na Amazônia, em Brasília e no pantanal, onde o prejuízo supera 10 milhões de reais.
Outra causa desse problema é a centralização do poder no governo federal, pois um governo com tanto poder centralizado não consegue atender todas as diversas demandas de diferentes estados brasileiros, afinal não conseguem vivenciar esses problemas de perto, com isso problemas essenciais, como a questão da educação, saúde, segurança não são considerados enquanto se mantem um governo federal "gastão". Uma solução para isto é maior autonomia aos estados, assim como é feito nos Estados Unidos, que após sua independência da Inglaterra optaram por dar uma maior autonomia aos estados ao invés de centralizar o poder em um governo federal como o Brasil faz, de acordo com Thomas Jefferson "somente assim a tirania pode ser evitada e autoridade federal, limitada".
Outro fator extremamente importante é o livre mercado, pois sem liberdade de mercado não há liberdade para que as pessoas possam empreender ou trabalhar para empresas privadas, fazendo com que as pessoas façam trocas voluntárias e melhorem de vida. Mas com a intervenção do estado, ele beneficia algumas empresas (muitas vezes por favores políticos, como ocorrido na Petrobrás) em detrimento de outras que poderiam ter um produto melhor. Em casos mais graves o governo tenta substituir o mercado em prestação de serviço, o resultado disto são péssimos serviços básicos para os mais pobres porque o estado está gastando com o que não deve, e o serviço estatal de péssima qualidade pois não está enfrentando as leis de concorrência do mercado.
Podemos fazer uma comparação direta entre pais livre e pais com baixa desigualdade social, para isto podemos utilizar o índice de gini que analisa a desigualdade social e o índice de liberdade econômica. Os países com melhor desempenho no índice de gini são Dinamarca, Japão e Suécia, ao analisar o histórico de liberdade econômica desses países podemos notar a ligação. A Dinamarca está na posição 19, no índice de liberdade econômica e desde 1970 se mantém acima da média mundial no índice, o Japão está na posição 24, e assim como a Dinamarca se mantém acima da média desde 1970, a Suécia está na posição 32, sempre acima da média. Podemos notar também que os países que mais restringem a liberdade econômica tendem a ser mais desiguais, como é o caso da Serra Leoa, que está entre os países mais desiguais do mundo e está na posição 105 do índice de liberdade econômica, apesar de se manter na média. O Brasil tem muito o que aprender, estamos na posição 103, apenas em 1970 e entre 2000 até 2003 estivemos um pouco assim da média, mas desde então não avançamos neste quesito, enquanto países como o Canadá se mantem fortemente bem acima da média desde 1970.
A desigualdade social é um problema complicado demais para ser resolvido por um burocrata de Brasília, a solução deve vir por meio do empreendedorismo, mas para que isto ocorra é necessário mais liberdade para o indivíduo, o poder descentralizado para que os problemas possam ser resolvidos em uma esfera mais próxima da população e proporcionar serviços básicos para a população.

 Os países mais desiguais, entre eles o Brasil - EXAME 

O índice de liberdade econômica (analise bem este índice) 

Artigo sobre desigualdade social

Mitos sobre o liberalismo

Sobre meritocracia

Os elefantes brancos da copa do mundo

Índice de GINI

domingo, 26 de abril de 2015

Tiradentes se revirando no tumulo!

     A medalha Tiradentes, a maior honraria concedida do governo de minas foi dada o João Pedro Stédile o líder do MST (Movimento dos trabalhadores sem terra), no entanto a condecoração foi alvo de críticas, como esperado, como o governo de minas pode condecorar a medalha de um icone da independência do povo brasileiro ao líder de um movimento que invade território alheio? que não respeita a propriedade privada?
     A inconfidência mineira ou conjuração mineira foi uma conspiração que surgiu no Brasil em 1789, no mesmo ano da revolução francesa, inspirada por idéias iluministas e pedia a independência do Brasil de Portugal. A inconfidência teve diversas razões, sejam elas internas ou externas, externas por causa das idéias iluministas que pregavam a liberdade, a igualdade entre os homens, outro fator foi a indepêndencia das colonias inglesas na américa do norte, em 1776, que gerou a crise da colonia. De acordo com o livro "Uma breve história do Brasil", conta-se que ouve um encontro entre um estudante brasileiro de Montpellier, com o intelectual americano Thomas Jefferson. Esse estudante brasileiro tinha o pseudônimo de Vendek, mas se chamava José Joaquim Maia. O encontro ocorreu na cidade de Nîmes, o brasileiro pediu apoio para uma insurreição, e Jefferson respondeu-lhe "não seria desinteressante para os Estados Unidos". O tal contato não teve desdobramentos, mas aproximou os brasileiro de idéias iluministas, além de que, minas se tornou um forte berco intelectual das idéias iluministas, para se ter uma idéia em 1786, 12 dos 27 brasileiros que estudaram em Coimbra eram mineiros. Os fatores internos que proporcionaram a inconfidência foram prinicpalmente econômico, de acordo com Reinaldo Azevedo "a inconfidência mineira foi o primeiro movimento coxinha da história do Brasil", pois devido ao declínio da extração aurífera, provocou uma reação violenta da população que era obrigada a pagaro imposto anual de 100 arrobas de ouro (1500 quilos) à real fazenda, em 1750 foi aprovada a derrama, isto é a cobrança forçada e geral das arrobas deficitárias. Junto a esse fator o péssimo governo de Luís da Cunha e Menezes. Em meio a esse cenário José da Silva Xavier mais conhecido como Tiradentes, dizia "a Europa como uma esponja lher estava chupando toda a substância, e os Exmos.Generais, de três em três anos, traziam uma quadrilha... que depois de comerem a honra, a fazenda e os ofícios que deviam ser dos habitantes, se iam rindo deles para Portugal. No entanto a inconfidência mineira teve delatores, os portuguêses Joaquim Silvério dos Reis, Basílio de Brito Malheiros do Lago e Inácio Correia Pamplona que com a denuncia ganharam o perdão das dividas. Com a conspiração descoberta, Tiradentes assumiu toda a culpa, poupando a vida de seus amigos mineiros, mas foi enforcado em praça pública e esquartejado tendo seu corpo espalhado pelo Rio de Janeiro.
     Tiradentes é um simbolo de luta pela liberdade e a medalha tiradentes deve ser entrague á aqueles que lutam pela liberdade, no entanto essa medalha foi entregue ao líder de um movimento que no dia 05 de maio, invadiu uma fabrica que fazia pesquisas genéticas com eucaliptos, a pesquisa estava sendo feita a mais de ONZE anos, estava totalmente de acordo com a legislação brasileira, respeitando as leis ambientais, e bandidos mascarados ligados a esse movimento invadiram a propriedade e destruiram todas as mudas de eucalipto, destruindo todos os estudos, que iram ser apresentados dentro de alguns dias! sem nenhum respeito aos pesquisadores que dedicaram onze anos de sua vida á aquelas pesquisas (é claro que me refiro ao MST) . Você, leitor, pode ter a opinião que quizer em relação á reforma agrária, existem pessoas a favor e outras contra, no entanto o que estou questionando é o metodo de invadir propriedade, imagine alguem invadir sua casa, com o pretexto de que não tem casa, você não acharia justo certo? pois é invadir a propriedade dos outros não é correto independente de sua opinião.
João Pedro Stédile não representa os valores da inconfidência, não merece ser consagrado com a medalha Tiradentes.

FONTES

MST invade fabrica
http://g1.globo.com/sao-paulo/itapetininga-regiao/noticia/2015/03/mst-invade-fabrica-e-destroi-milhares-de-mudas-geneticamente-modificadas.html

Líder do MST recebe medalha tiradentes
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/governador-de-mg-e-vaiado-ao-entregar-medalha-a-lider-do-mst

Artigo do Reinaldo Azevedo sobre o líder do MST
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-boa-vida-de-joao-pedro-stedile-o-burguesao-do-capital-alheio/

Livro Uma Breve história do Brasil  de Mary Del Priore e renato Venancio - capitulo 14 "a última fase colonia" páginas 143,144,145,146 147

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Uma resposta de um idiota sobre Stalin

Estava vendo um vídeo sobre o ditador Stalin, quando encontrei o seguinte comentário:











Pois bem, aqui está a resposta:
A maior fonte que nos mostra as atrocidades cometidas por Stalin são justamente os livros de história, basta uma rápida pesquisa na internet e encontramos diversos artigos tratando sobre os genocídios e assassinatos cometidos pelo governo soviético na época de Stalin, mas hoje vou citar duas das inúmeras atrocidades cometidas por este ditador, primeiro a ordem número 00447, e o genocídio no inverno de 1932/33 na Ucrânia.
No dia 31 de julho de 1937 a ordem número 00447 foi aprovada pelo Politburo o escritório do comitê central do Parido Comunista da União soviética, está ordem que foi emitida por Nikolai Yezhov, comissário interno e deu início ao grande expurgo. Os condenados neste expurgo foram criminosos, membros de comunidades religiosas, ex-membros de partidos políticos, opositores dos bolcheviques e donos de propriedades rurais. O expurgo começou em agosto de 1937 até novembro de 1938, os julgamentos eram compostos pelo chefe local do partido, um representante dos comissariados do interior e um promotor público. Cerca de 800 mil pessoas foram vítimas deste grande expurgo, metade foi assassinada por arma de fogo e outra metade mantida presa por um longo tempo e alguns morreram durante o cárcere. Alguns pesquisadores alemães da Universidade do Ruhr (Bochum), junto com alguns pesquisadores Russos e Ucranianos estudaram algumas possíveis causas do expurgo, de acordo com Marc Junge, membro da equipe de pesquisa, "provavelmente as razões da grande ação foram de ordem econômica ou por razões da política interna, o que a torna ainda pior". De acordo com Michael Ellman, "o Expurgo de Stalin pode ser considerado também um exemplo de social engineering, ou seja para construir o socialismo, alguns grupos sociais são apoiados e outros são aniquilados. A parte mais assustadora nessa pesquisa foi a descoberta de que as mortes foram planejadas "detalhadamente", de acordo com Bernd Bonwetschm antigo chefe do instituto Alemão em Moscou disse "O mais importante do que descobrimos é a organização burocrática do que, em última análise, pode ser chamado de extermínio em massa" sobre a pesquisa ele disse, Fizemos uma verdadeira descoberta sobre como ele (Stalin) cresceu. O expurgo contra a elite foi uma coisa terrível, mas também os camponeses mais humildes, os clérigos de pequenas cidades e criminosos de pequena monta sofreram com ele".
Além deste que ficou conhecido como o "grande expurgo" houve outros massacres na União Soviética, um deles foi durante o inverno de 1932 na Ucrânia.
No dia 10 de setembro de 1932, Stalin escreveu para seu associado Kaganovich: a situação na Ucrânia está muito má, se não agirmos agora nós podemos perdê-la. Os diversos encontros da cúpula stalinista resultaram num plano de ação. "No inverno, 32/33, todos os suprimentos alimentícios na Ucrânia foram confiscados, um grande cordão foi criado para que ninguém pudesse ir embora. Inicialmente as pessoas não morreram sobras de suprimentos em grãos e vegetais mantiveram-nas vivas. isto não fazia parte dos planos de Stalin, então ele ordenou que a NKVD para confiscar todos os grãos, toda comida dessas áreas. Fazendo isto ele sabia que estava condenando-os á morte. De acordo com Volodimir Sergiychuk professor do national University of Kyiv "Quando a comida foi confiscada, os camponeses foram proibidos de procurar em outro lugar comprar trocar ou ganhar então a fome começou!
De acordo com Boris Sokolov Professor do Moscow State Social University "Eles estavam morrendo e não era permitido que eles entrassem nas cidades guardas de esquadrões especiais os-impedira, muitas pessoas desfaleciam antes de entrar nos trens então muitos morreram nas estações pelos trilhos que levavam para Kharkov e para Kiev. Os Ucranianos estavam morrendo tortuosamente devagar, crianças choravam agonizando por pão, muitas crianças perderam o senso de medo. Elas entravam em campos guardados pela NKVD para coletar um pouco de grãos e eram fuziladas "no ato" mas a maioria das vítimas morreram devagar, em casa. Unidades especiais da NKVD invadiram as casas das pessoas, para coletar os corpos mortos Eles recebiam 200 gramas de pão por cada corpo que entregavam, muitos foram enterrados vivos.
Não sabemos o que os comunistas fizeram com o ouro confiscado destas pessoas, Mas sabemos o que os comunistas fizeram com os grãos que lhes foram tirados, estes grãos foram exportados para o ocidente, milhões e milhões de toneladas, Nessa época a exportação da Ucrânia foi aumentada para o nível máximo, a mídia ocidental informou sobre a escala e o caráter do genocídio-fome, um dos exemplos é o exemplar do Chicago American, com a matéria Six million perish in soviet famine (foto da matéria), Ucranianos estavam sendo exterminados, na frente do mundo inteiro, mas ninguém fez nada para ajuda-los,  SETE MILHÕES de pessoas morreram de fome no espaço de um ano, a humanidade nunca tinha visto um programa de extermínio tão eficiente como o que foi visto na Ucrânia, durante o inverno de 1932 e 1933.
Relatos: "Este é um lugar sagrado para mim, porque é o lugar de descanso das vítimas da fome, incluindo meus parentes próximos, minha avó, minha mãe -Volodimir Sergiychuk professor do national University of Kyiv sobre sobre Pridbrezne Ukraine um cemitério de vítimas do inverno de 1932/33.
Relatos:  "Eles entraram na casa e perguntaram: "Onde estão os seus mortos?  Havia somente uma mulher moribunda deitada na cama eles disseram: "Vamos leva-la. Ela vai morrer de qualquer jeito porque vir amanhã por ela? ela os implorou-lhes: Não me levem! eu ainda estou viva. Eu quero viver." - Sobrevivente Ucraniano.
"Era horrível, eles eram todos despejados em valas! a terra se mexia!"  Maria Zaguts Sobrevivente de 1932/33
Batatas, beterrabas, couves... couves salgadas foram levadas nos próprios salgadeiros Todos os bens comestíveis foram confiscados" Nikolai Melnik sobrevivente do ano 1932/33.

"Eu não podia sentir o nevoeiro"
Tua imprecisa imagem de ansiedade,
Oh meu Deus, foi o sussurro que primeiro
Me saiu do peito bem contra vontade.
O nome de Deus, como um pássaro grande,
Do meu peito a voar se despedia!
À minha frente paira uma névoa espessa,
Atrás ficava uma gaiola vazia...


Poema de Óssip Mandelstam poeta Russo, um dos principais nomes do Acmeísmo, se opôs ao regime stalinista e morreu em um campo de prisioneiro Stalinista na Sibéria, em 1938 junto com milhares de pessoas, cada um com sua história manchada pelo desejo de sangue vermelho da bandeira vermelha erguida por Stalin.

Fontes:

Sobre o inverno de 1932/33
http://www.spilka.pt/pt/links/68-grande-fome-da-ucrania-de-1932-1933

Sobre a pesquisa da Universidade Alemã
http://www.dw.de/pesquisadores-descobrem-novos-detalhes-do-grande-expurgo-de-stalin/a-14811776

Poemas de Óssip Mandelstam
http://www.escritas.org/pt/poema/3373/eu-nao-podia-sentir-no-nevoeiro

+ sobre Óssip
http://acervo.revistabula.com/posts/ensaios/rebelde-que-stalin-matou-renasce-como-poeta
Reportagens do Chicago American
http://faminegenocide.com/resources/images/pg2.jpghttp://www.alfavita.gr/sites/default/files/u47/holodomor-chicago.jpg

domingo, 19 de abril de 2015

Os videogames de qualidade estatal

Geralmente, quando o estado decide fazer algo o resultado não é bom, escolas em péssimo estado, hospitais com hiper lotação e sem estrutura, péssimos transportes públicos, segurança é um caos, enfim tenho certeza que dos adjetivos dados aos projetos estatais acima você concorda com no mínimo um, No entanto de vez em quando surge aquela obra mirabolante do estado, uma ponte incrível que liga nada a lugar nenhum, mas que um belo discurso faz as pessoas acreditarem que irá mudar tudo. Com o tempo essas obras vão servindo de argumentos para algumas pessoas defender uma maior participação do estado na economia, para construir prédios, distribuir serviços e produtos e de vez em quando montar pontes. Porém essa "importância" do estado é questionável, pois a exceção (uma obra "boa") não elimina a regra (obras "ruins"), além de que podemos comparar os serviços prestados pelo estado, com serviços prestados pelo mercado como por exemplo o videogame e chegaremos à conclusão de que o mercado é infinitamente superior, por dois motivos muito simples.
Primeiro, a história e os dados nos mostram como obras de empreendimento do governo não geram os resultados esperados, basta analisar por exemplo o programa PAC, programa de aceleração do crescimento, que até agora tem 45,6% de suas obras no papel, 38,6 estão em execução e apenas 15,8% já foram finalizadas o que mostra uma imensa incompetência estatal. Outro problema claro é a corrupção, a "grande obra" do atual governo é a usina hidroelétrica de belo monte, a obra ainda não está pronta, no entanto já sabemos por denuncia de Dalton Avancini, da Camargo Corrêa que foi pago 100 milhões de reais de propina.
Segundo, todos sabemos que o mercado proporciona bons serviços para a população,  serviços digamos de qualidade, agora porque o mercado consegue criar produtos de qualidade e o estado não? a resposta é simples, se resume em uma palavra: a concorrência, pois a qualidade é um conceito subjetivo, ou seja aquilo que na minha visão é ideal pode não te agradar e vice-versa, mas no mercado a pluralidade de empresas permite que o consumidor escolher entre as empresas que lhe agradam, e as que ele despreza. Vamos comparar com videogames, a última geração de videogames no mercado de tecnologia foi disputado pelo Xbox 360, Playstation 3 e Nintendo Wii, o Playstation e Xbox possuíam maior capacidade de processamento, por isso possuíam gráficos melhores, possuíam melhores compatibilidade com equipamentos de alta definição, ou seja de acordo com o "estado ideal" que proporciona serviços de qualidade devemos vender os dois afinal eles possuem mais tecnologia, certo? No entanto o que o mercado e as trocas voluntárias mostram é que não eram essas características que a população procurava, tanto que o videogame mais vendido foi o Nintendo Wii, que possui outras características que agradaram mais o público, algo inesperado e imprevisto, que nenhum político em seu gabinete vai saber, somente a concorrência pode proporcionar isto, pois proporciona opções de escolha, coisa que um produto único estatal proporciona. Se o estado decidisse fazer videogames é claro que nunca ia chegar aos pés de um Playstation, Wii ou Xbox, provavelmente ia ser lento, com péssimos gráficos, sem criatividade para jogos, caro, preto e branco, mas o governo ia fazer uma super propaganda com o programa "videogame para todos" e receber alguns milhões em propina. (E claro quem criticasse ia ser chamado de "elite branca")
Por fim não podemos nos iludir com obras incríveis, que em suma maioria não passam de elefantes brancos que só atrapalham o desenvolvimento, empresas estatais que com tempo saem dos jornais de economia e entram nas páginas policias.

E + veja o videogame cubano
http://www.theguardian.com/technology/2013/mar/29/cuban-video-game-revolutionary-history

FONTES

Sobre o PAC
http://veja.abril.com.br/infograficos/pac-2/30-04-2014/

Sobre Belo Monte
http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2015/04/02/video-especial-o-belo-monte-de-propinas-do-pt/

Sobre os videogames mais vendidos ( reparem que o Wii aparece na frente do Xbox e Playstation)
http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/conheca-os-videogames-mais-vendidos-da-historia#12

Sobre a diferença tecnológica entre eles (os videogames)
http://www.zoom.com.br/console-de-video-game/deumzoom/quais-as-diferencas-entre-xbox-360-ps3-e-nintendo-wii

segunda-feira, 13 de abril de 2015

A ditadura militar

            A ditadura militar Brasileira durou de 1964 até 1989, foi uma consequência da crise política na qual se encontrava o mundo naquela época. Estávamos no meio da guerra fria, de um lado os Estados Unidos, defendendo o capitalismo como sistema de governo, do outro a União das republicas socialistas soviéticas, que defendiam o comunismo, como sabemos os Estados Unidos triunfou, a União soviética fracassou. Em meio a esse conflito ideológico o Brasil também passava por uma crise política, Jânio Quadros, presidente do Brasil na época, enfrenta forte oposição a suas ideias econômicas e no meio de tanta pressão interna e externa Jânio Quadros renúncia. O vice, João Goulart popularmente conhecido como Jango assume o cargo, ele é um forte representante da esquerda e isto, em época de guerra fria não foi bem visto pelos militares que ficaram preocupados com a relação entre Jango e o comunismo. Jango faz algumas propostas, dentre elas, o voto para analfabeto, a reforma agrária e uma maior interferência do estado na economia. Essas propostas não agradam a oposição, que em resposta forçam Jango a assinar um acordo para manter um regime parlamentarista. No entanto Jango não aceita e graças ao apoio das classes trabalhadoras e da esquerda consegue adiantar um plebiscito, para que o povo decidisse se optaria por um regime parlamentarista ou presidencialista. O povo decide o presidencialismo, o que dá maior autonomia a figura de Jango, que segue firme em suas ideias políticas, no entanto ainda encontra dificuldade para aprovar seus projetos. Em meio ao caos político, Jango convoca apoiadores a sair as ruas, cerca de 150 mil pessoas compareceram em seu comício no Rio de Janeiro, no dia 13 de março de 1964. Porém a oposição, grupos ligados à igreja católica e aos empresários, em São Paulo, também sai ás ruas para fazer reivindicações contra o governo pois em meio à guerra fria, eles temiam a ameaça comunista. No dia primeiro de abril de 1964 tropas militares rebeldes marcham no Rio de Janeiro pedindo a renúncia de Jango. Na noite daquele mesmo dia é anunciada a vaga da presidência da república, o golpe foi dado, do dia 2 de abril a junta militar comanda o Brasil, até que no dia 9 de abril, Castelo Branco assume a presidência da república. A partir desse dia o Brasil passa por uma longa ditadura militar, e hoje algumas pessoas acreditam que aquela época era ideal, eles acreditam que na ditadura as coisas eram melhores, somente os comunistas eram perseguidos, mas eles ignoram os graves problemas econômicos, a censura e tortura feita pelos militares além do fato de que um militar não é político.
O ser humano tem a tendência de achar que aquilo que está fora da realidade é o ideal e que o presente está ruim, observe a história da humanidade, sempre acreditamos em um ideal distante que está fora de alcance, na época do teocentrismo, o ser humano diante dos problemas da realidade acreditava que o céu, o paraíso, ou seja aquilo que está fora da realidade é o ideal. Alguns anos depois, esse mundo ideal, passou a ser o futuro, ou seja a realidade é ruim, mas no futuro as coisas  vão ficar boas, e hoje em dia, diante dos graves problemas sociais em que se encontra o Brasil, a crença em um ideal se materializa em ideias radicais, daí uma possível explicação de algumas pessoas acreditarem em ditadura militar, ou seja, o atual é ruim mas "na época da ditadura as coisas eram melhores", não isso não é verdade, todos os indicadores de condição de vida mostram que o Brasil melhorou muito desde a época da ditadura, por inúmeras razões, mas estão melhores.
A ditadura foi uma época de truculência, onde a liberdade de expressão foi extremamente restringida, qualquer manifestação oposta ao governo era reprimida, não foram somente os comunistas que foram perseguidos, qualquer tipo de manifestação era reprimida, uma prova disso foi a lei Suplicy que impedia manifestações da UNE (união nacional de estudantes)  a qual o presidente era José Serra, outro exemplo foi a morte do estudante Edson Luis Lima Souto, que morreu pois protestava por melhor ensino público, depois disso o governo queria marcar o dia e horário para as pessoas fazer manifestações, quem é o governo pra decidir isto? Vale lembrar que os partidos políticos foram extintos, mantendo apenas o ARENA e o MDB, um claro ataque à democracia, que tem como uma de suas bases o pluripartidarismo.
Graças ao regime militar com o aumento nos gastos públicos, a elevação do endividamento externo, que acabou piorando com crise mundial derivada do aumento nos preços do petróleo, o "milagre econômico" quando a economia brasileira cresceu 10%, que foi financiado por empréstimos internacionais, o resultado disso? uma hiperinflação, o qual os militares foram incapazes de controlar, mesmo com plano cruzado, plano verão, plano cruzado novo, nada disso conseguiu controlar a inflação, que só pode ser controlado com o plano real de Fernando Henrique Cardoso.
As torturas realizadas contra civis durante a ditadura mostra o perigo do militarismo, pois diante de um regime militar o estado tem um poder de domínio contra a população, eles decidem o que é certo ou errado, e se você desobedece-los, sofrerá as consequências por não ter seguido o "guia de conduta moral" dos militares, o que não é muito diferente de regimes comunistas.
Um argumento  que usam pra defender a ditadura é que os ditadores eram homens honestos, bons, que não se envolviam em corrupção, bom, vamos ver quem são esses políticos honestos da ditadura. Paulo Maluf ex-prefeito e governador de São Paulo, procurado pela Interpol, só não foi preso aqui no Brasil era do Arena, o partido dos militares. José Sarney, foi presidente do diretório nacional do Arena, Fernando Collor de Melo que foi eleito como prefeito de Maceió pelo ARENA, e ao ser presidente do Brasil sofreu impeachment por estar envolvido em escândalos de corrupção e hoje faz parte do PT.  Edson Lobão ex-ministro do governo Lula e homenageado pelo ex-presidente Lula, era filiado do Arena, e hoje está envolvido no escândalo de corrupção na Petrobrás.  Portanto em uma época de extrema intervenção do estado na economia e censura contra a mídia fica a dúvida, será que eles eram honestos?
O militarismo é perigoso, dá um poder demasiado ao estado, não podemos acreditar nisto como solução nem na pior crise, militar não é político, não entende necessariamente de administração pública, militar tem sua função bem estabelecida na constituição que é proteger o território brasileiro de ameaças externas, a única solução para nossos problemas é o estado democrático de direito.


Palestra de Fernando Henrique Cardoso sobre os 50 anos do golpe  

quarta-feira, 8 de abril de 2015

se eu morresse amanhã,
viria ao menos
Fechar meus olhos minha triste irmã;
Minhão mãe de saudades morreria;
Se eu morresse amanha!

Quanta glória pressinto em meu futuro;
que aurora de porvir e que manhã!;
Eu perdera charando essas coroas,
Se eu morresse amanha!

-Àlvares de Azevedo

Poesia da era do ramantismo retrata o sentimentalismo, característica presente na segunda fase da poesia romantica. O medo da morte presente na poesia se dá, pois devido á vida descuidada, muitos jovens, como Àlvares de Azevedo, morriam cedo, com cerca de 20 há 25 anos de doenças como tuberculose, por isso a segunda fase do romantismo foi tambem conhecida como mal do século.
"Meu canto de morte
guerreiros, ouvi
sou filho das selvas
nas selvas cresci
Guerreiros, descendo
da tribo tupi
Da tribo pujante
que agora anda errante
por fado inconstante
guerreiros, nasci
sou bravo, sou forte
sou filho do norte
meu canto de morte
guerreiros, ouvi."

-Gonçalves Dias
Trecho Juca-Pirama
Poesia romantista, da primeira fase da poesia caracterizada pelo nacionalismo e indialismo, com objetivo de engrandecer a figura do indio como herói brasileiro

A pena de morte

De acordo com a Anistia, as sentenças de pena de morte aumentaram 28% no ano de 2014, só nos Estados Unidos foram mortos 35 condenados, pois a pena ainda é permitida em 35 estados e em 2015 de acordo com o death penalty info, já houve 10 execuções, a última foi de Cecil Clayton, um homem de 74 anos acusado por um assassinato há 18 anos atrás, Clayton foi morto pelo método de injeção letal. Com isso levanta-se o debate sobre este tipo de pena, que de acordo com o you gov, tem apoio majoritário dos mais velhos, mas divide opiniões entre os mais jovens, no entanto, com o tempo, esta prática concedeu um poder excessivo ao estado, uma consequência que nunca trouxe benefícios aos cidadãos, além de ser uma pena irreversível que, assim como toda pena, está sujeita ao erro judicial, a pena de morte também se tornou extremamente cara e ineficaz.
O poder de decidir o destino da vida de uma pessoa é um poder exagerado para se entregar ao estado, pois o estado é uma instituição que está sujeita a mudanças de lideranças, ou seja mudança de interesses do estado e se o estado possui uma ferramenta como a pena de morte ele pode usar essa ferramenta para benefício próprio. Na história podemos observar que a pena de morte foi uma técnica utilizada por todos os regimes autoritários com o intuito de se manter no poder. Na Alemanha, Hitler usou a pena de morte para executar os Judeus, estrangeiros e outras minorias, na União Soviética, Stalin usou a pena de morte para eliminar os opositores, enfim com a pena de morte na mão do estado, o mesmo pode usa-la para benefício próprio. De acordo com o Papa Francisco "a pena capital é um recurso frequente ao qual lançam mão alguns regimes totalitários e grupos de fanáticos, para o extermínio de dissidentes políticos, de minorias, e de todo sujeito etiquetado como perigoso ou que pode ser percebido como uma ameaça para seu poder ou para a execução de seus fins".
Outro problema na pena de morte é a possibilidade de erro, existem diversos casos de erros graves onde inocentes são condenados a morte e outros ficam anos no corredor da morte até finalmente ser libertadas, assim como ocorreu em março de 2015 nos Estados Unidos, onde uma mulher foi declarada inocente após 23 anos no "corredor da morte, após ser condenada pela morte do filho, crime no qual era inocente. Outro caso famoso foi da afro-americana Lena Baker, que trabalhava para Ernerst Knight, em uma fazenda, um dia Knight prendeu Lena em casa, dizia que amava ela e que ela devia "obediência" há ele pelo fato de ser branco, ao tentar sair Lena entrou em uma luta contra Ernest que estava armado, no meio da luta a arma disparou contra Knight que morreu. Lena foi considerada culpada pelo assassinato e executada em 5 de março de 1941 por cadeira elétrica injustamente. No cinema, o filme Sonho de liberdade, conta a história de um americano condenado por matar duas garotas, de pena de morte no entanto foi tudo um engano. Outro caso recente é o de Glenn Ford, libertado em março deste ano depois de passar quase 30 anos condenado por um crime que não cometeu. Essas histórias não são exceções, de acordo com o National Academy of Science estima que 4,1% dos condenados á morte nos EUA são inocentes, ou seja um em cada 25 pessoas condenadas. Diferente de outras penas, a pena de morte é irreversível, uma vez executada, não se pode voltar atrás, um inocente condenado, nunca mais poderá ser restituído na sociedade.
Para evitar um aumento no número de inocentes condenados, é criado um longo e complexo processo judicial, esse processo é extremamente caro, que faz com que a pena de morte seja um processo mais caro de outros processos, e mesmo assim os riscos de erro ainda não são eliminados.
Outro problema com a pena de morte, é com relação a sua eficiência, pois ao analisarmos os países onde essa prática é realizada, não observamos uma real diminuição na violência. Os países que possuem pena de morte são: Arábia Saudita, Afeganistão, Bangladesh, Cingapura, Egito, Iraque, Irã, Japão, Jordânia, Malásia, Paquistão, Sudão, China, Vietnã e os Estados Unidos, desses países, os únicos que possuem um idh elevado são Estados Unidos, Japão e Cingapura, os outros são extremamente violentos mesmo com pena de morte como punição. Mesmo os países mais seguros do mundo que são Islândia, Dinamarca, Áustria, Nova Zelândia, Suíça, Finlândia, Canadá, Bélgica e Noruega, não possuem pena de morte como punição, a única exceção é o Japão, ou seja a pena de morte não é eficaz contra a violência.
Portanto a pena de morte, não é uma pena eficaz, existe outras alternativas de punição contra crimes, até mesmo os hediondos, que devem sim, ser tratados de forma severa, porém a pena de morte se mostrou cara e arriscada pois pode condenar inocentes.

"Tudo o que fiz foi em legítima defesa. Não tenho nada contra ninguém. Estou pronta para me encontrar com meu Deus, pois já fui perdoada por Ele" 
(Ultimas palavras de Lena Baker, inocente condenada a morte nos EUA).


Fontes:

Países pacíficos
Opinião de Rodrigo Constantino sobre condenação de brasileiro na indonésia
Execuções nos EUA

Pesquisa do YOUGOV sobre a opinião dos americanos sobre pena de morte

Papa Francisco sobre a pena de morte

Opinião de FRANCISCO SARSFIELD CABRAL

Reportagem do globo sobre o aumento das sentenças de morte
Casos de inocentes condenados a morte
Estudo sobre porcentagem de inocentes mortos por pena de morte
Métodos de execução na pena de morte
Artigos sobre pena de morte
+ casos de penas de mortes injustas.


sábado, 4 de abril de 2015

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mão dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto"

-Rui Barbosa

As propagandas infantis

Não confundir pais com país

As propagandas infantis foram proibidas no Brasil, uma atitude intervencionista por parte do estado, que retira a responsabilidade do indivíduo de decidir o que quer ou não assistir, além de criar a consequência em curto prazo de eliminar os programas infantis prejudicando os mais pobres e em longo prazo pode criar um monopólio estatal de financiamento da mídia. No entanto, hoje, qual é a solução deste problema criado pelo estado?
            Um dos argumentos usados para justificar a proibição, era de que a propaganda infantil pode prejudicar o crescimento de crianças pobres pois os pais das mesmas não teriam condições para comprar os produtos oferecidos pelas propagandas, logo a proibição seria uma maneira de proteger os mais pobres. O problema desse argumento é que retira a responsabilidade de educar os filhos dos pais e tenta atribuir ao estado, uma responsabilidade extremamente pessoal, que cada família irá decidir se o filho merece ou não ter determinado produto, ou a família explicar para o filho se há ou não possibilidade financeira para a compra de um produto, retirar a responsabilidade da família e dar ao estado é uma atitude autoritária.
            Além de autoritária esta proibição cria graves consequências aos pobres, pois sem a possibilidade de propagandas infantis durante os programas, também não há patrocínio de empresas privadas para programas infantis, como desenhos e programas educativos, assim não há como o meio de transmissão manter um programa que não tem patrocínio, logo com o tempo esses programas infantis tendem a sair da grade de programação, por falta de recursos e com isto os pobres que não tem condição de pagar uma TV por assinatura não poderão assistir mais programas infantis, não tendo alternativa de entretenimento para assistir.
            Outro problema a curto prazo que ocorre com a proibição das propagandas infantis são os danos que a falta de propagandas infantis pode gerar ao mercado de brinquedos infantis, pois se as empresas não podem fazer propagandas de seus novos produtos, esses produtos tendem a perder o valor no mercado, tanto que de acordo com o “Em economia” em 2014 tivemos um balanço de vendas tão baixos que comerciantes foram obrigados a fazer leilões de produtos devido à falta de interesse do consumidor, que não tem estímulos para comprar, por causa da falta de propagandas.
Uma possível alternativa para patrocínio são as empresas estatais, no entanto este patrocínio gera diversas consequências negativas para a mídia, pois com o predomínio do patrocínio estatal cria-se um vínculo de dependência entre a mídia e o estado, com isto a mídia perde certas características necessárias para um processo democrático,  entre elas a crítica ao governo, pois sendo as redes de comunicação patrocinadas majoritariamente por empresas estatais, a crítica ao mesmo sistema fica limitada, pois qualquer crítica ao governo feito por uma emissora de TV por exemplo pode sofre represarias do estado que lhe financia.

Á única solução para esta atitude mal pensada e mal debatida feita pelos órgãos estatais, é a liberação das propagandas infantis para que as empresas privadas possam novamente financiar programas de TV e consequentemente desfazer este perigoso vínculo entre estado e mídia, para que a mesma tenha liberdade para critica-la quando necessário.


Fonte

http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2014/12/27/internas_economia,602800/com-pior-resultado-dos-negocios-no-natal-comercio-lanca-saldoes.shtml

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Sobre o Jean Wyllys

Um dos deputados mais famosos da atualidade é o deputado do PSOL Jean Wyllys, que ganhou fama por participar do programa Big Brother Brasil e por "defender a causa gay", no entanto, apesar de vender a imagem de "bom moço" Wyllys defende ideias retrógradas, basta ver seus ídolos e como defende um coletivismo da pior espécie além disso vale lembrar sua entrevista com Marcelo Tas em que diz que "não acha excessivo" o salário dos deputados.
É irônico, no mínimo, irônico que um sujeito que defenda as minorias ou a democracia, como diz defender Jean Wyllys, se vestiu para uma revista de Che Guevara, um assassino, ao invés de se vestir de Harvey Milk um ativista gay norte americano, basta fazer uma rápida pesquisa na internet e será possível encontrar discursos de ódio de Che Guevara, em que diz que seu regime (o regime cubano) é um regime para morte, ou basta ler seus diários, e podemos ver que Che Guevara nunca se preocupou com a vida, nunca se preocupou com o próximo além de ser um dos responsável pela podre ditadura cubana.
Wyllys é um coletivista, não porque se importa com o coletivo, mas porque ignora a individualidade das pessoas. Ele diz defender a causa gay, é supostamente um líder do movimento gay, e foi com essa bandeira que usou os gays como massa de manobra para ser eleito. Para entender pense na comunidade gay, composta por inúmeros indivíduos, com ideologias próprias, características pessoais, interesses pessoais, ou seja , diversos indivíduos cada um com sua característica, e entre  essas características está a característica gay, ou seja uma característica individual, dentre várias outras,  isso quer dizer que dentro da comunidade gay existe diversos indivíduos, cada um com suas características e uma em comum, e o que um coletivista como Jean Wyllys faz? ele pega uma única característica (ser gay) dentre diversas outras que um indivíduo pode ter, e trata essa característica, como se fosse a única relevante, problema disto é que Wyllys também é um indivíduo e possui diversas características além de ser gay, e essas características também devem ser analisado ao votar em Wyllys, pois quando eleito ele não irá somente defender a causa gay, ele vai defender suas próprias ideologias, que podem ou não agradar a causa gay. Além de ser gay, (caso você leitor seja) você possui diversas características, pode ser religioso ou não, de esquerda ou direita, negro ou branco, homem ou mulher, Wyllys possivelmente não representa suas ideias simplesmente por ser gay.
Uma famosa pérola de Wyllys foi defender em uma entrevista que não acha excessivo o salário de um deputado, e disse que o salário de um executivo das empresas privadas era maior, no entanto deputado , eu não pago o salário de um executivo, diferente do seu deputado que é pago pelos impostos abusivos que nós cidadãos pacíficos somos obrigados a pagar, para manter parasitas como vocês, e se um executivo ganha dinheiro por minha causa foi porque eu por vontade própria decidi comprar um produto, agora o seu salário eu não escolho, sou obrigado a pagar, por meio dos impostos, e já que eu pago seu salário, SIM O SEU SALÁRIO É ABUSIVO.
Portanto, Wyllys não representa a comunidade gay, representa apenas seus próprios pensamentos, defende o aparelhamento do estado e ditaduras cruéis como a ditadura cubana, basta ver seus ídolos.

Fontes:




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-Zelda Fitzgerald

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